Antônio Manuel Abreu Sardenberg

 Nasceu em Santo Antonio de Pádua no dia 18 de agosto / 1 947.

Filho de Aggêo Paulino Sardenberg e Niette Perlingeiro Abreu Sardenberg, ambos já falecidos. Tem cinco irmãos : João Guido Abreu Sardenberg, Maria Therezinha Sardenberg Quintão, Maria Paulina Sardenberg e Silva, José Geraldo Abreu Sardenberg e Maria Lucia Sardenberg Soares. Tem uma irmã adotiva Maria Isabel da Costa Guilherme, caçula da família.

Reside em São Fidélis “Cidade Poema” - Estado do Rio de Janeiro -, desde 1 947, ano do seu nascimento.

Casado com Marlene Rangel Sardenberg, advogada, professora da Língua Portuguesa e funcionária do Poder Judiciário Federal desde 1 973, com quem tem dois filhos: Matheus Rangel Sardenberg, com 29 anos, médico veterinário, atualmente residindo em Mato Grosso e Andrezza Rangel Sardenberg, com 27 anos, médica Endocrinologista e Medicina Estética, residente em São Fidélis.

Antonio Manoel Abreu Sardenberg é advogado civilista, especializado em advocacia cível – Direito de Família, Sucessões e Contratos e Consultor Jurídico de diversas empresas.

Participa de diversas instituições em São Fidélis, tendo sido presidente do Rotary Club e Secretário Geral da Governadoria do Distrito 4750 do R.C.

É um amante da natureza e participante ativo de instituições preservacionistas.

Adora leitura, pintura, música e atualmente está com dois livros praticamente prontos para publicação. Um de contos e outro de poesia.

Tem um site na Internet com o título Alma de Poeta www.sardenbergpoesias.com.br

Folha Seca

Assim como a folha seca de outono
vaga levemente ao sabor do vento,
vou vagando docemente em meu sono,
sonhos que guardei em pensamento!

Folha seca da árvore caída
que a leve brisa vai soprando ao léu
não seja apenas ponto de partida,
que seu limite seja o azul do céu!

Como essa folha possamos sentir
toda a leveza que a vida tem -
também sonhar na hora de partir!

E que esse sonho seja tão bonito
qual folha seca solta ao além...
quem sabe Deus em busca do infinito!

 

Jardim d'Alma

Vou plantar um jardim em minha alma
e nele cultivar todas as flores:
rosas, lírios, crisântemos e palmas,
orquídeas, margaridas, dois amores...

Que seja um jardim imaculado,
recanto da mais terna divindade
onde o amor seja livre e cultivado
bem como se cultiva uma amizade!

Que nele se acheguem bem-te-vis,
a curar com seus cantos nossas dores
e bandos de pequenos colibris
a beijar por nós todas as flores.

E que a luz de um sol irradiante
cubra todo o jardim - manto de amantes,
- aconchego confidente de uma cama! -

Então que esse momento seja eterno,
que sejam céus todos os meus infernos.
- paraíso de amante - quando ama. -

 

Sol Poente

Quando contemplo ao longe o sol poente
atrás do monte lá no infinito
sonho acordado o sonho mais bonito,
e tenho a fé de um homem forte e crente.

A luz suave, quase se apagando,
acende em mim um fogo tão ardente,
e ao pensar eu fico imaginando
o amor se pondo assim tão de repente.

O tempo passa e vem a madrugada
como um açoite castigando a gente
na aurora fria, escura e tão calada!

Oh... breve tempo tenha dó de mim
por que flagela um coração carente,
me judiando tanto, tanto, assim!

 

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Música: Angel, by Era

 

 

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