Amália Clélia Klopper

 MEG KLOPPER

Amália Clélia Klopper é o meu nome verdadeiro, mas adotei o pseudônimo MEG KLOPPER porque as iniciais formam uma frase que representou algo muito importante em minha vida. Nasci em Niterói, Rio de Janeiro, no dia 03 de maio de 1960. Sou formada em Secretariado, Técnica de Contabilidade e Administração de Empresas e, atualmente, sou empresária e ainda estudante. Aliás, estudar, pesquisar e escrever são minhas paixões.
Escrevo desde minha infância. Minha primeira poesia foi escrita aos 9 anos de idade e se chamava SOL - O NOSSO AMIGO.

- Membro efetivo da Apolo (Academia Poçoense de Letras) - BAHIA, cadeira nº 24.
- Membro efetivo da AVBL –Academia Virtual Brasileira de Letras, cadeira nº 365,
- Cônsul de Niterói Z_C_ para Poetas Del Mundo, nomeada em 30/06/07.
http://www.poetasdelmundo.com/verInfo_america.asp?ID=1315

-Publico meu textos em vários sites...
-Participei de várias cirandas literárias, ensaios poéticos diversos, fui escritora espírita durante algum tempo e participei das seguintes Antologias Poéticas:

*Ano: 2006
-Antologia Escritores Brasileiros, e Autores de Países de Língua Portuguesa – 2a Edição
Autores: MEG KLOPPER e outros
Editora: RB Editora

-Antologia Escritores Brasileiros, e Autores de Países de Língua Portuguesa – 4a Edição
Autores: MEG KLOPPER e outros
Editora: Benedictis

*Ano: 2007
-SETE ESTRELAS DA POESIA 1a Edição
Autores: MEG KLOPPER e outros
Editora: RB Editora

- 2ª Antologia Poética Literária – Edição Histórica – AVBL.

-Antologia Escritores Brasileiros, e Autores de Países de Língua Portuguesa – 5a Edição
Autores: MEG KLOPPER e outros
Editora: RB Editora

- E.BOOK - AVBL (Academia Virtual Brasileira de Letras)
Título: Juntando Letras
Autora: Meg Klopper

Ensaio Poético
AVBL (Academia Virtual Brasileira de Letras)
TítuloEmoções
Autora: Meg Klopper e outros

“Desejo encantar o mundo e minha vida juntando letras.”

Acho que a palavra escrita são como cartas que (plagiando Villa Lobos) deixamos à posteriodade sem esperar respostas.

Espero que cada leitor leia com os olhos da alma e com o entendimento do coração, pois, tanto a alma quanto o coração são sábios e nos encaminham a grande viagem do ser, onde o que pegamos com as mãos é efêmero, mas o que sentimos fica para a eternidade.

MEG KLOPPER


Amor a dois


Meu amor, segurei a tua mão
Acelerei sua respiração
Vi o seu olhar, escutei seu coração...
No meu covo íntimo, senti sua emoção

Sussurrei em seu ouvido
e com esse teu jeito, garrido e sentido,
Parecendo um desconhecido,
Te contei sonhos já vividos.

A noite rompeu a madrugada e se fez dia
Minh'alma eu despi, me embeveci
Me encantei... Te conheci
No melhor dia em que vivi.

Joguei fora a cautela, a timidez
Me enchi de euforia, te senti
Quando finalmente em seus braços
Mulher, amada, amante me descobri

Saí da utopia e vivi a realidade..
Descobri sua verdade
Vi a cor do teu calor
Saciei minha vontade

Ouvi o teu gemido
Fiz de mim o seu abrigo
Você sentiu prazer comigo
Eu me embalei e me embolei contigo.

Diante da noite encapuzada...

MEG KLOPPER

 

QUEM SOU EU?
HOMENAGEM AOS POETAS

Alguém que ama, que chora, sofre e ri
Que adora liberdade, odeia impunidade
Acredita no ser humano, corre da maldade
Da infância distante, sente saudade.

Adora poesia, detesta água fria...
Gosta de música, arte, cinema, teatro
Da madrugada, da noite, da boemia
Da conversa de bar, não existe melhor lugar.

Que escreve, se esforça e se lança
Naquilo que aumenta o prazer de amar.
Nem sempre o que faz é firme, balança
Mas caminha sozinha no mundo a sonhar.

Sou quem ama Carlos Drummond que tinha uma pedra no caminho;
Que se encanta com o Guma do Jorge Amado e o amor da Zélia.
Chora com as canções do Gonzaguinha, de se perder, de se achar...
E com a mulher rendeira do Gonzagão que ele ensina a namorar.

E em certos dias quando penso em minha gente, trago o Vinicius na mente, e sinto assim todo meu peito se apertar...
Pasmo com a poesia da Florbella Espanca que lê
no misterioso livro do teu ser, a mesma história tantas vezes lida.

Amo Cora Coralina, que fazia poemas de amor
tão meigos, tão ternos, tão teus... Não sei... se a vida é curta...
Sou o Enigma de Clarice Lispector quando penso
Que "tenho várias caras. Uma é quase bonita,
Outra é quase feia. Sou um o quê? Acho que um quase tudo, talvez.

Ando no rastro dos poetas, porém descalça
Quero sentir as sensações que deixaram por aí.

Canto as canções do Jobim e vejo o Corcovado,
o Cristo Redentor, a garota de Ipanema...
Como João Bosco e Aldir Blanc, procuro Henfil num rabo de foguete...
Vejo um bêbado com chapeu-côco que me lembra o Carlitos.

Meu coração bate outra vez com a esperança do Cartola
E volto aos jardins para me queixar com as rosas
Fico em silêncio porque as rosas não falam,
exalam, simplesmente, o perfume que roubam de ti...

Do Mário Quintana, meu amado, existe um "Bilhete"
Pedindo que deixe em paz os passarinhos
Porque, se me quiseres, não gritará nos telhados
Me amará em paz, devagarinho, baixinho, porque
a vida é breve...vocês passarão e eu passarinho.

Enquanto isso, gritas em meus ouvidos e nada dizes
Deixa de me amar e faz meus dias passarem tristes
Entoa cobranças, me tira a esperança
Faz a vida mais do que breve, faz a vida vazia.

E Como Cecília Meireles, eu sou.
Em seu poema "Motivo da Rosa" ela ainda não sabe quem é, e diz assim:
" Se eu nem sei quem sou,
como posso esperar que venha alguém gostar de mim?"


MEG KLOPPER

 

CAMINHO DA LUZ

Eu li no jornal e vi na TV
Crianças inocentes...
Famílias desfeitas
Tantos seres humanos
Morrendo e com medo de morrer
Bombardeios, armas, metralhadoras
Objetos avassaladores inimigos do bem.
Explodiu o coração humano
Há sangue por toda parte
Ninguém é de ninguém
O mal vem vencendo o amor
Do ódio somos reféns.
Mas vi um menino sorrindo
Olhando meio triste, meio alegre para uma câmera
Os seus olhos refletiam a força e o brilho da esperança.
Eu pude enxergar nele a idéia de que é com as
crianças que está o futuro da terra...
A pureza do menino me fez mais alegre e confiante.
Minha oração foi ao encontro do divino
Para que a paz pudesse alcançar o coração do Homem
e que Ele pudesse encontrar em si mesmo a solidariedade
e o comprometimento com a construção da vida.
Somos desordeiros e criadores de caso, mas,
bem no fundo de nós, ainda existe um veio que nos
direciona ao invisível e ao desconhecido,
onde tudo é verdadeiramente e infinitamente melhor.
Não tocamos no invisível, apenas sentimos...
Não podemos desistir nunca! Somos seres humanos
em evolução constante a caminho da LUZ.

MEG KLOPPER

http://www.megklopper.recantodasletras.com.br
 

 

Música: A Day Without Rain, by Enya

 

 

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