Dária  Farion


Filha de: André Farion e Maria Farion
Nasceu em Fluviópolis - Paraná, no dia 26 de outubro de 1929.
Agora, reside em Pinhais/PR.
Formou-se pala Faculdade de Filosofia Ciências e Letras da
Universidade Federal do Paraná.
Pertence à Academia Paranaense da Poesia, cadeira nº 14,
Academia Feminina de Letras do Paraná, cadeira nº 13,
Academia Virtual Brasileira de Letras, Cadeira: 301,
Centro de Letras do Paraná,Centro Paranaense Feminino de Cultura,
União Brasileira dos Escritores de Nova Iorque - UBENY
Prêmio- Medalha de Mérito Fernando Amaro.
Academia Virtual Sala Dos Poetas e Escritores - Patrono Acadêmico.

Livros editados
-Vida Néctar e Veneno
-Foco de Visão
-Verbos e Versos

e-book virtuais
-Crestomatia das Emoções
-Vida Visão e Versos
-Ósculo Poético
-O Céu Registrou

http://www.ebooks.avbl.com.br/biblioteca1/dariafarion.htm

Minha Lágrima

Adivinhava seus pensamentos,
Aliviava seus sofrimentos.
Choramos abraçados nossas derrotas,
Celebramos juntos todas vitórias.

Colhemos flores das verdades.
Você poetizou todos os momentos
Eu cantei todas as glórias.
Meu fenômeno de luz, minha mãe.

Amei, amo com paixão
Quem me deu vida, amor e trabalho também,
Carreguei no colo, velei o sono
Segurei com força sua mão.

Pedi, chorei,rezei. Não consegui.
Agora está coberta de flores.
Beijo a tesata fria
Não acredito!..Fecham o caixão.

E hoje era
DIA DAS MÃES

Dária Farion

 

O POETA

Reclina na colina
Braços abertos parece uma cruz,
Olhos ao firmamento se deixa fascinar: ascende
Não é mais uma cruz na colina, é
O CRUZEIRO DO SUL

Dária Farion

 

A Canção Da Vida

Festejar setenta e sete anos
É recolher das viagens
Aprendizagem de tantas passagens
Do eu peregrino pelos mares da vida.

Mares de glória, mares de sofrimento
Com muita força singrados.
A vida, ciência da alma
Com glórias festejada.

Vou fundo no tempo resgatando lembranças,
Relembrando a coragem de cada travessia
Guardando na alma a felicidade
No coração os filhos, minha benção maior.

Já se faz o cansaço,
Mas ainda há força num abraço e areia na ampulheta.
Das mãos fortes, restam mãos encarquilhadas
Ainda assim cheias de bênçãos e afagos.

A cada crepúsculo a minha prece:
Ao templo que abrigou minha vida
À vida que executou a canção
A canção que a vida ditou.

Obrigada.

Dária Farion
 

http://www.ebooks.avbl.com.br/biblioteca1/dariafarion.htm

 

Música: Orquestra Celta de Harpas, Amazing Grace

 

 

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